//_ o manual
Você instala uma vez. Depois é só chamar pelo nome.
As 39 que já estão no ar, nas mesmas seis trilhas do acervo: o que cada uma faz, o comando que a chama e o que ter à mão antes de começar. Cinco delas são guias abertos, com página própria.
faça isto uma vez
Instalar é copiar um arquivo.
Baixe e descompacte
Dentro do zip vêm dois arquivos: o SKILL.md, que é a skill, e o INSTALAR.md, que repete estas instruções.
Coloque na pasta
Crie ~/.claude/skills/nome-da-skill/ e ponha o SKILL.md dentro. O nome da pasta é o mesmo do comando, sem a barra.
Reinicie o Claude Code
É o passo que todo mundo esquece, e sem ele a skill não aparece. Se instalou e não achou, quase sempre é aqui.
Chame pelo nome
Digite /propostas, ou simplesmente peça em português: monta uma proposta comercial.
No Claude Desktop ou no ChatGPT: a skill é portátil. Arraste o SKILL.md para a conversa e peça instala essa skill para mim.
//_ as skills, uma a uma
Cada ficha responde três perguntas.
O que digitar no Claude para acionar a skill. Clique nele e o comando vai para a área de transferência.
O material que a skill pede antes de começar: um endereço, um arquivo, um contexto. Reúna isto antes e a primeira resposta já sai aproveitável.
O que você recebe no fim, item por item. Serve para conferir se a entrega veio inteira.
As seis trilhas abaixo são as mesmas do acervo. O filtro corta a lista; a busca procura pelo nome da skill ou pelo problema que você tem agora.
Fundamentos
Como pedir, como revisar e os termos que aparecem toda hora
Curso em método
Vira qualquer curso no método por trás dele, pronto para executar
- Acesso legítimo ao curso: algo que você comprou ou tem direito de uso.
- A fonte no formato que tiver: vídeo, transcrição, PDF, slides ou várias aulas.
- Se for áudio ou vídeo sem texto, a transcrição ou as notas que você já tem.
- O método em uma frase e o modelo mental do criador, o jeito de pensar por baixo do conteúdo.
- Os princípios e o passo a passo executável, cada etapa com a entrada e o resultado esperado.
- Os critérios de decisão e o ponto de virada, a ideia sem a qual nada funciona.
- Como aplicar hoje no seu contexto, para fazer junto sem reassistir ao curso.
Raio-x de aula
A aula analisada, com o que mudar na próxima
- A gravação da aula: o link do Zoom ou do YouTube.
- Os comentários e o chat da audiência.
- O material de apoio: guia, PDF, slides ou roteiro.
- A leitura de professor: o que foi bom, o que confundiu e onde caiu o engajamento.
- Os momentos que engajaram e os pontos de queda, cada um com o minuto e a evidência do chat.
- O fact-check das afirmações, cada uma marcada como confirmada, imprecisa ou desatualizada, com a fonte.
- Como melhorar a próxima aula, as 3 mudanças de maior impacto na ordem.
Marca
A identidade, a presença e o que fecha cliente
Propostas comerciais
Escopo claro, preço ancorado no valor
- O problema do cliente e o resultado que ele quer.
- O escopo do projeto e os entregáveis.
- A faixa de orçamento e o prazo de entrega.
Uma proposta completa: abertura pelo problema do cliente, escopo com o que entra e o que fica de fora, entregáveis nomeados, investimento ancorado no valor com opções quando fizer sentido, prazo e processo, diferencial com prova e o próximo passo com a validade da proposta.
Manual de marca
O brand book que faz todo mundo aplicar igual
- Os fundamentos da marca: essência, crenças, personalidade e tom de voz.
- Os elementos visuais que já existirem: logo, cores e tipografia.
- O que ainda faltar não trava nada: vira pendência marcada ([a definir]) com uma recomendação.
Um manual de marca em capítulos numerados, prontos para diagramar, começando pelos fundamentos e nunca pelo logo. Cada cor, fonte e componente rastreia até uma crença ou um traço de personalidade, o território é fechado por contraste ("A marca É / A marca NÃO É" e "Assim sim / Assim não") e o mau uso vem nomeado com contra-exemplo. As cores levam nota de acessibilidade (contraste WCAG AA), e os capítulos de componentes, superfícies e aplicações entram quando a marca tem expressão digital.
Naming
Da lista solta ao nome com racional
- O briefing essencial: o que é, para quem e o que promete.
- O tom desejado (sério, brincalhão, técnico) e o que o nome NÃO pode parecer.
Nomes gerados em três territórios, cada um com uma lógica clara (descritivo, metafórico, inventado, referência cultural ou composto), e cerca de quatro nomes por território. Todo nome vem com o racional (por que funciona, o que evoca) e o risco sinalizado (pronúncia, saturação, ambiguidade). No fim, a checagem de disponibilidade a fazer por nome finalista (domínio, @ nas redes e marca registrada) e os três nomes mais fortes recomendados com o porquê de cada um.
Brief criativo
O problema real antes de produzir
- O pedido do cliente, mesmo solto ("quero um rebrand", "algo moderno que venda", "faz um post bonito").
- O que você já sabe do negócio e do público. O que faltar vira "pergunta em aberto", nunca resposta inventada.
O brief afiado e executável, no formato fixo: o pedido separado do problema real, o objetivo de negócio, o público e o que ele precisa sentir, a mensagem-chave, o tom, os entregáveis item a item, as restrições, as referências, o critério de sucesso mensurável quando der e as perguntas em aberto marcadas. A equipe lê e sabe o que fazer, sem "faz dar um pop".
Maestro de social
O kit que opera a social da marca de ponta a ponta
- A voz da marca: no que ela acredita, para quem fala e o objetivo do período. Se tiver manual de marca, melhor.
- Acesso à web no seu Claude (a pesquisa e a auditoria usam).
- O perfil que vai operar (para o diagnóstico inicial).
A operação de conteúdo de ponta a ponta, em um fluxo mensal: o diagnóstico do perfil, os temas levantados com pesquisa e fontes, o calendário do período, cada peça produzida on-brand (post, reel e carrossel) e a leitura do que funcionou para ajustar o mês seguinte. O maestro decide qual skill usar em cada etapa.
Posts do seu manual
O conteúdo já sai na voz da marca
- O seu manual de marca (ou, no mínimo, os Fundamentos e o Tom de voz definidos).
- O tema do post e o objetivo: vender, educar, engajar ou posicionar.
- A rede e a quantidade de posts que você quer.
Para cada post: gancho, corpo e CTA na voz real da marca, com a direção visual sugerida quando o manual tem paleta e tipografia, e a rede de destino. Ao final do lote, uma checagem de marca com o que foi respeitado do tom e o que foi evitado de propósito.
Auditoria de Instagram
O diagnóstico de por que o perfil não converte
- O conteúdo do perfil: a bio, os destaques e as legendas das últimas publicações. Ou abra o Instagram na tela com o Claude para navegador.
- O objetivo do perfil e qual público quer atrair. A skill pergunta isso antes de auditar.
Um parecer acionável, não um "está bonito": nota de 0 a 100 e a "liga" do perfil, 3 pontos fortes, os pontos críticos com problema, impacto e correção pronta, 3 versões de bio, a ordem sugerida dos destaques, o conceito da primeira dobra do feed, o mapa de palavras-chave para nome e bio, e um plano de ação priorizado. As duas lentes: o visitante que decide na primeira olhada e a busca que indexa nome, @ e bio.
Raio-x de anúncios
A conta do Meta lida, com o dinheiro localizado
Um raio-x da sua conta em linguagem de dono: resumo do investimento e do estado geral, leitura por campanha (o que é âncora, o que cortar, o que medir antes), o ponto crítico em uma frase, o que concentrar, e os 3 próximos passos de maior impacto. A skill nunca pausa nem mexe em nada sem a sua confirmação: por padrão, só lê e analisa.
Raio-x de SEO e GEO
Por que o site não aparece, no Google e no ChatGPT
- O endereço do seu site. A skill coleta a página, o robots.txt e o sitemap.xml sozinha.
- Se o seu site for uma SPA (carrega por JavaScript), tenha o Claude no navegador ligado, para a skill renderizar antes de ler.
Uma nota de 0 a 100 e o estado do site, a leitura de SEO clássico (título, description, headings, canonical, sitemap, robots, performance) e, o diferencial, a leitura de GEO: se o seu site é visível para as IAs (ChatGPT e Claude), se o conteúdo está no HTML ou preso em JavaScript, se o robots.txt bloqueia os robôs de IA e se há dados estruturados. Fecha com um plano de ação priorizado.
Triangulação de campanha
Cruze Hotmart, Meta, Pixel e o evento e descubra por que vendeu ou por que não vendeu.
- Acesso à Hotmart: vendas e checkout do lançamento.
- A conta de Meta Ads, por um conector, pelo MCP oficial da Meta ou pela API.
- O Pixel ou o Google Analytics da página.
- A gravação do evento no YouTube ou no Zoom.
- O período e o produto do lançamento, para alinhar todas as fontes no mesmo recorte.
- O resumo do lançamento: investimento total, faturamento e o estado geral, com a ressalva do que faltou.
- A jornada em quatro camadas: topo (Meta), meio (Pixel e Google Analytics), fim (Hotmart) e evento.
- A triangulação: onde a verba vaza e qual criativo, origem ou momento puxou venda de verdade.
- Os próximos passos, as 3 ações de maior impacto para a próxima campanha, na ordem.
Currículo e portfólio
O currículo que passa no filtro e convence quem lê
- O currículo atual ou a sua experiência solta (cargos, o que fez, links de trabalho).
- A vaga alvo, se tiver. Com ela, a adaptação fica muito mais precisa. A skill pergunta isso antes de começar.
Um material que passa pelas duas lentes que decidem: o filtro automático que lê palavra-chave e o recrutador que decide em segundos. Sai o resumo e o título do topo prontos, cada experiência reescrita no formato Contexto, Ação, Resultado com métricas, o mapa de palavras-chave da vaga e onde inserir, a estrutura do portfólio por case (problema, processo e resultado) e um plano com o que priorizar, os números a levantar e como adaptar o material por vaga.
Auditoria de LinkedIn
O perfil revisto pelo recrutador e pelo algoritmo
- O conteúdo do seu perfil (copie e cole) ou o LinkedIn aberto na tela com o Claude no navegador.
- Responder 3 perguntas de calibragem (objetivo, cargo, público). É o que separa um parecer acionável de uma impressão.
Nota de 0 a 100 + a "liga" do perfil, 3 pontos fortes, pontos críticos com problema → impacto → correção pronta para colar, 3 headlines e um "Sobre" reescrito, mapa de 15 a 20 palavras-chave e um plano de ação priorizado.
Criação
Da ideia ao material pronto para publicar
Conceito de campanha
A ideia que amarra a campanha inteira
- O brief ou objetivo de comunicação (lançamento, reposicionamento, data sazonal).
- O público da campanha.
- A marca: como ela fala e o que ela defende.
A plataforma criativa completa: a tensão que sustenta a campanha, a ideia central em uma frase, a prova de que ela estica em vários formatos, o manifesto com o tom e o ponto de vista, os desdobramentos em três canais e a ancoragem que garante que o conceito soa como essa marca.
Imagem de campanha
Direção de arte que vira prompt pronto
- O produto ou serviço que a imagem vai vender.
- O manual de marca (paleta, materialidade, luz e mood), se existir.
- Um gerador de imagem conectado (Higgsfield, Magnific): roda em qualquer um, e fica melhor com um ligado direto no chat.
Uma direção de arte completa: a intenção da imagem, o DNA visual ancorado na marca, a shot list com cada plano e o prompt pronto para gerar, os setups de luz nomeados, as regras de consistência entre os planos e os formatos de saída por peça (feed, story, anúncio).
Agenda de postagem
A peça pronta vira calendário, com o texto de cada rede
- A peça que vai ser publicada: carrossel, Reel, Story ou post único.
- A semana-alvo, ou o mês, se você quiser a distribuição inteira.
- As redes onde você publica, e o horário que costuma funcionar para você.
A tabela de agendamento com data, hora, rede, formato e hashtags, mais o texto de cada rede pronto para colar, porque a mesma peça não se escreve igual no Instagram e no LinkedIn. A skill calcula o dia da semana real de cada data, para você não agendar uma segunda achando que é terça, e distribui sem canibalizar: uma peça por semana em cada rede.
Gerador de carrossel
Carrossel com gancho na capa e ritmo até a última tela
- O tema e o objetivo do carrossel (ensinar, provar, gerar salvamento, converter) e a rede (Instagram ou LinkedIn).
- A voz da marca: no que ela acredita, para quem fala e o tom. Se tiver manual de marca, melhor ainda.
Um roteiro de carrossel slide a slide que segura o swipe: o ângulo (a tese), o número de slides recomendado, cada slide com o texto na tela, a ideia única, o loop que puxa o próximo e o hint visual, a capa pronta com duas variações de gancho, o slide de CTA, a legenda, de 3 a 5 hashtags e uma nota do porquê ele prende. Antes de entregar, a skill passa um filtro anti-genérico: se a capa serviria para qualquer marca, se os slides repetem o mesmo molde ou se a voz é a padrão da IA, o slide volta e é refeito.
Roteiro de Reel
O gancho resolvido nos três primeiros segundos
- O tema ou a ideia do vídeo.
- O objetivo (ensinar, provar, gerar conversa, vender) e para quem é.
- O formato: vídeo de rosto, de tela gravada ou de motion.
Um roteiro pronto para gravar: a ideia em uma linha, a duração alvo, os beats na ordem que prende (gancho, tensão, virada, prova, CTA) com o tempo, a fala e o texto que entra na tela em cada um, a legenda do post, de 3 a 5 hashtags específicas e duas variações de gancho para testar. O foco é retenção: um gancho que para o scroll no primeiro segundo e segura até o fim.
Motion com Remotion
Vídeo construído por código, fiel ao pixel
- A mensagem da peça e a duração em segundos.
- O manual de marca (tipografia, cor, grafismo e ritmo).
- O Remotion instalado, que renderiza vídeo a partir de React.
Uma peça de motion especificada de ponta a ponta: a mensagem e a duração, o storyboard cena a cena, o sistema de movimento, a marca aplicada, a spec de composição Remotion (fps, dimensões, duração em frames, sequências e componentes), o plano de áudio e legenda e os formatos de render.
Produto
Pesquisa, decisão e o desenho do que vai ser construído
Sizing de oportunidade
O tamanho da oportunidade estimado antes de o time gastar semana
Um veredito (construir, adiar ou descartar), a cadeia de descontos do universo até a adoção esperada mostrando cada corte, alcance, adoção e frequência por segmento nos cenários conservador e otimista, o ponto de equilíbrio (a adoção mínima que paga o esforço) e todas as premissas em lista, cada uma com a origem.
Monte um dashboard
Um painel que roda com dado real
- Seus dados: planilha, CSV, Google Sheets, API ou banco (Postgres/Supabase). Se ainda não existem, a skill gera um mock com a forma real do dado.
- A decisão que o painel precisa apoiar: quem abre, com que frequência.
- O Claude Code aberto na pasta do projeto.
O painel funcionando em código real, não um mockup: começa pela decisão que ele apoia, define a métrica-norte separada das de apoio, monta a tela em blocos com a visualização certa para cada número, e entrega tudo com estados de carregando, vazio e erro, responsivo, cada número com a fonte declarada e pronto para publicar no ar.
Pesquisa com verificação
Pesquisa com fonte citada e checagem contra invenção
- Acesso à web no seu Claude (busca e leitura de páginas). No Claude Code e no Desktop já vem; no ChatGPT, mantenha a navegação ligada.
- O tema e o objetivo da pesquisa (conteúdo, decisão, estudo).
Um material confiável, não um resumo raso: um TL;DR, a leitura do tema por vários ângulos com as fontes, uma seção de verificação (o que foi confirmado em mais de uma fonte, o que ficou não confirmado e onde as fontes se contradizem) e uma lista de perguntas que valem aprofundar. O diferencial é a verificação anti-fake: a skill nunca trata uma fonte só como verdade.
Escolha de método
O método certo e o tamanho de amostra, antes de começar
O método recomendado com o porquê e o erro que ele evita, o tamanho de amostra por corte com a margem de erro de cada um, a diferença mínima que será legível entre grupos, o esboço do instrumento, o plano de recrutamento com o viés declarado, e o mais importante: o que aquele método não responde.
Auditoria de pesquisa
O estudo revisado antes de virar decisão
- A pergunta de negócio que originou a pesquisa
- O instrumento: roteiro de entrevista ou questionário
- A base de respostas (planilha, CSV ou o painel exportado)
- O critério de recrutamento: quem foi convidado, por qual canal, com qual incentivo
- As transcrições, se houve etapa qualitativa
- O relatório ou deck que você vai apresentar
Um veredito em uma linha (sustenta decisão, sustenta com ressalva, ou não sustenta) e os sete checks um a um: adequação do método à pergunta, recálculo de amostra corte a corte, viés no instrumento, viés na amostra, verificação das contas, conclusão contra evidência e rastro da IA. No fim, três blocos prontos para agir: o que corrigir antes de apresentar, o que apresentar com ressalva com a frase pronta, e o que sai do relatório.
Triangulação de achados
Três relatórios reduzidos a um raciocínio
Uma leitura única que atravessa as fontes, os achados classificados por força da evidência (forte, consistente, isolado), e o bloco que mais rende: as contradições interpretadas, cada uma com a leitura mais provável. Quem diz que faria e não faz tem fricção no caminho; quem vai bem no teste e abandona no produto não tem problema de usabilidade, tem problema de motivação.
Matriz CSD
A separação entre o que o time sabe e o que supõe
A matriz em três blocos (certezas, suposições e dúvidas), cada item com a origem e, nas certezas, a fonte. O bloco mais valioso é o dos rebaixados: o que entrou como certeza e saiu como suposição por falta de fonte. Fecha com a fila ordenada do que investigar primeiro, cada item com impacto, esforço, caminho sugerido e o custo de errar.
User flow
O fluxo tela a tela antes de desenhar
- A feature ou jornada que você quer mapear: onboarding, checkout, recuperação de senha, upgrade de plano.
- O objetivo do fluxo (a tarefa que ele entrega) e de onde a pessoa chega (link, push, dentro do app).
O fluxo tela a tela pronto para virar wireframe: o objetivo e o ponto de entrada fixados, o caminho feliz em telas numeradas, cada ponto de decisão com suas bifurcações, os estados de cada tela (vazio, carregando, sucesso, erro, sem permissão) e os edge cases que todo mundo esquece até quebrar em produção.
Design critique
O parecer que aponta o que mudar
- Um print, um frame do Figma ou a descrição da interface.
- O objetivo da tela: a UMA coisa que a pessoa precisa fazer nela.
- O público e as restrições, se houver.
Um parecer acionável: o trabalho da tela, o veredito em uma linha, os achados por lente (hierarquia visual, heurísticas de usabilidade e acessibilidade) com severidade e correção de cada ponto, o que já está bom, e as três correções que mais mudam resultado.
Automação
O trabalho que roda sem você estar na frente
Fornecedor e contato
O prestador certo encontrado, e a primeira mensagem escrita
- A descrição do problema que você precisa resolver.
- A região onde o serviço acontece: bairro ou cidade.
- O prazo e a faixa de orçamento, se você já tiver uma em mente.
- Se ajudar, uma foto do problema: a infiltração, o equipamento, o ambiente.
- A lista curta de 3 a 5 fornecedores, cada um com nota, volume de avaliações e o porquê da indicação.
- A recomendação de por qual começar e por quê.
- A mensagem de primeiro contato pronta para copiar, no seu tom, em WhatsApp ou e-mail.
- A confirmação explícita de para quem enviar, antes de qualquer envio.
System prompt de agente
Papel claro, limites duros, resposta consistente
- O trabalho do agente: o que ele faz, para quem e onde roda (WhatsApp, site, interno).
- O que conta como sucesso para ele em cada conversa.
- As informações do negócio que ele precisa (produto, público, canal, horários).
O system prompt pronto para colar: papel específico, objetivo, contexto, tom e ritmo de resposta, guardrails como limites duros, a rota de escape para quando o agente não sabe, o formato de saída e exemplos de diálogo. O comportamento do agente definido do começo ao fim.
Time de agentes
O RH que monta e contrata os seus agentes de IA
- O contexto do negócio: o que a empresa faz, os produtos, o funil, o modelo de receita, o cliente e o tom da marca.
- As funções que você precisa: tráfego, estratégia, social media, atendimento, redação, o que for.
- O que já existe de agente, se você estiver reorganizando um time em vez de começar do zero.
- O time montado: cada agente com o cargo e uma frase do que resolve.
- A ficha de cada agente: papel, objetivo, o contexto que ele carrega, as skills dele e os limites do que nunca faz.
- O organograma: quem faz o quê e como o trabalho passa de um agente para o outro.
- O processo de atualização contínua, para o time não envelhecer quando o mercado muda.
Automação no n8n
O blueprint do seu fluxo, nó a nó
- O processo manual que você repete hoje, na ordem dos passos.
- Os serviços que o fluxo vai tocar (WhatsApp, Google Sheets, CRM, Slack).
- Acesso à sua conta n8n para montar o fluxo.
O blueprint do fluxo pronto para montar: o gatilho que inicia, cada nó em ordem com tipo e função, onde o fluxo decide, o tratamento de erro e as conexões a configurar. Você reproduz no n8n sem adivinhar, sem expor chave nenhuma.
Radar de vagas
As vagas que combinam com o perfil, achadas e ordenadas
- Seu perfil: o LinkedIn aberto na tela com o Claude no navegador ou o currículo colado.
- Saber o alvo (cargo, senioridade, formato e região). A skill confirma com você antes de buscar.
Seu alvo definido (cargos, nível, formato, região), um mapa de palavras-chave de ATS, e uma lista curta ordenada por aderência (não 500 vagas): cada vaga com nota de 0 a 100, o porquê e o ângulo do currículo para ela. Se pedir, um currículo mestre na fórmula de resultado.
Conexões
As ferramentas que você já usa, dentro do Claude
Nenhuma skill encontrada. Tente outra palavra.
Método bom não se assiste. Se instala.
As 39 estão na assinatura, e entra uma nova toda semana.
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