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//_ o manual

Você instala uma vez. Depois é só chamar pelo nome.

As 39 que já estão no ar, nas mesmas seis trilhas do acervo: o que cada uma faz, o comando que a chama e o que ter à mão antes de começar. Cinco delas são guias abertos, com página própria.

39skills
06trilhas
+1item toda semana
+1toda semana

faça isto uma vez

Instalar é copiar um arquivo.

01

Baixe e descompacte

Dentro do zip vêm dois arquivos: o SKILL.md, que é a skill, e o INSTALAR.md, que repete estas instruções.

02

Coloque na pasta

Crie ~/.claude/skills/nome-da-skill/ e ponha o SKILL.md dentro. O nome da pasta é o mesmo do comando, sem a barra.

03

Reinicie o Claude Code

É o passo que todo mundo esquece, e sem ele a skill não aparece. Se instalou e não achou, quase sempre é aqui.

04

Chame pelo nome

Digite /propostas, ou simplesmente peça em português: monta uma proposta comercial.

No Claude Desktop ou no ChatGPT: a skill é portátil. Arraste o SKILL.md para a conversa e peça instala essa skill para mim.

//_ as skills, uma a uma

Cada ficha responde três perguntas.

o comando

O que digitar no Claude para acionar a skill. Clique nele e o comando vai para a área de transferência.

o que ter à mão

O material que a skill pede antes de começar: um endereço, um arquivo, um contexto. Reúna isto antes e a primeira resposta já sai aproveitável.

o que volta

O que você recebe no fim, item por item. Serve para conferir se a entrega veio inteira.

As seis trilhas abaixo são as mesmas do acervo. O filtro corta a lista; a busca procura pelo nome da skill ou pelo problema que você tem agora.

39 de 39
01

Fundamentos

Como pedir, como revisar e os termos que aparecem toda hora

3
Glossário essencial

Guia aberto: 47 termos com o que cada um significa na prática

abrir o guia→
Curso em método

Vira qualquer curso no método por trás dele, pronto para executar

//_ o que ter à mão
  • Acesso legítimo ao curso: algo que você comprou ou tem direito de uso.
  • A fonte no formato que tiver: vídeo, transcrição, PDF, slides ou várias aulas.
  • Se for áudio ou vídeo sem texto, a transcrição ou as notas que você já tem.
//_ o que volta
  • O método em uma frase e o modelo mental do criador, o jeito de pensar por baixo do conteúdo.
  • Os princípios e o passo a passo executável, cada etapa com a entrada e o resultado esperado.
  • Os critérios de decisão e o ponto de virada, a ideia sem a qual nada funciona.
  • Como aplicar hoje no seu contexto, para fazer junto sem reassistir ao curso.
Raio-x de aula

A aula analisada, com o que mudar na próxima

//_ o que ter à mão
  • A gravação da aula: o link do Zoom ou do YouTube.
  • Os comentários e o chat da audiência.
  • O material de apoio: guia, PDF, slides ou roteiro.
//_ o que volta
  • A leitura de professor: o que foi bom, o que confundiu e onde caiu o engajamento.
  • Os momentos que engajaram e os pontos de queda, cada um com o minuto e a evidência do chat.
  • O fact-check das afirmações, cada uma marcada como confirmada, imprecisa ou desatualizada, com a fonte.
  • Como melhorar a próxima aula, as 3 mudanças de maior impacto na ordem.
02

Marca

A identidade, a presença e o que fecha cliente

12
Propostas comerciais

Escopo claro, preço ancorado no valor

//_ o que ter à mão
  • O problema do cliente e o resultado que ele quer.
  • O escopo do projeto e os entregáveis.
  • A faixa de orçamento e o prazo de entrega.
//_ o que volta

Uma proposta completa: abertura pelo problema do cliente, escopo com o que entra e o que fica de fora, entregáveis nomeados, investimento ancorado no valor com opções quando fizer sentido, prazo e processo, diferencial com prova e o próximo passo com a validade da proposta.

Manual de marca

O brand book que faz todo mundo aplicar igual

//_ o que ter à mão
  • Os fundamentos da marca: essência, crenças, personalidade e tom de voz.
  • Os elementos visuais que já existirem: logo, cores e tipografia.
  • O que ainda faltar não trava nada: vira pendência marcada ([a definir]) com uma recomendação.
//_ o que volta

Um manual de marca em capítulos numerados, prontos para diagramar, começando pelos fundamentos e nunca pelo logo. Cada cor, fonte e componente rastreia até uma crença ou um traço de personalidade, o território é fechado por contraste ("A marca É / A marca NÃO É" e "Assim sim / Assim não") e o mau uso vem nomeado com contra-exemplo. As cores levam nota de acessibilidade (contraste WCAG AA), e os capítulos de componentes, superfícies e aplicações entram quando a marca tem expressão digital.

Naming

Da lista solta ao nome com racional

//_ o que ter à mão
  • O briefing essencial: o que é, para quem e o que promete.
  • O tom desejado (sério, brincalhão, técnico) e o que o nome NÃO pode parecer.
//_ o que volta

Nomes gerados em três territórios, cada um com uma lógica clara (descritivo, metafórico, inventado, referência cultural ou composto), e cerca de quatro nomes por território. Todo nome vem com o racional (por que funciona, o que evoca) e o risco sinalizado (pronúncia, saturação, ambiguidade). No fim, a checagem de disponibilidade a fazer por nome finalista (domínio, @ nas redes e marca registrada) e os três nomes mais fortes recomendados com o porquê de cada um.

Brief criativo

O problema real antes de produzir

//_ o que ter à mão
  • O pedido do cliente, mesmo solto ("quero um rebrand", "algo moderno que venda", "faz um post bonito").
  • O que você já sabe do negócio e do público. O que faltar vira "pergunta em aberto", nunca resposta inventada.
//_ o que volta

O brief afiado e executável, no formato fixo: o pedido separado do problema real, o objetivo de negócio, o público e o que ele precisa sentir, a mensagem-chave, o tom, os entregáveis item a item, as restrições, as referências, o critério de sucesso mensurável quando der e as perguntas em aberto marcadas. A equipe lê e sabe o que fazer, sem "faz dar um pop".

Maestro de social

O kit que opera a social da marca de ponta a ponta

//_ o que ter à mão
  • A voz da marca: no que ela acredita, para quem fala e o objetivo do período. Se tiver manual de marca, melhor.
  • Acesso à web no seu Claude (a pesquisa e a auditoria usam).
  • O perfil que vai operar (para o diagnóstico inicial).
//_ o que volta

A operação de conteúdo de ponta a ponta, em um fluxo mensal: o diagnóstico do perfil, os temas levantados com pesquisa e fontes, o calendário do período, cada peça produzida on-brand (post, reel e carrossel) e a leitura do que funcionou para ajustar o mês seguinte. O maestro decide qual skill usar em cada etapa.

Posts do seu manual

O conteúdo já sai na voz da marca

//_ o que ter à mão
  • O seu manual de marca (ou, no mínimo, os Fundamentos e o Tom de voz definidos).
  • O tema do post e o objetivo: vender, educar, engajar ou posicionar.
  • A rede e a quantidade de posts que você quer.
//_ o que volta

Para cada post: gancho, corpo e CTA na voz real da marca, com a direção visual sugerida quando o manual tem paleta e tipografia, e a rede de destino. Ao final do lote, uma checagem de marca com o que foi respeitado do tom e o que foi evitado de propósito.

Auditoria de Instagram

O diagnóstico de por que o perfil não converte

//_ o que ter à mão
  • O conteúdo do perfil: a bio, os destaques e as legendas das últimas publicações. Ou abra o Instagram na tela com o Claude para navegador.
  • O objetivo do perfil e qual público quer atrair. A skill pergunta isso antes de auditar.
//_ o que volta

Um parecer acionável, não um "está bonito": nota de 0 a 100 e a "liga" do perfil, 3 pontos fortes, os pontos críticos com problema, impacto e correção pronta, 3 versões de bio, a ordem sugerida dos destaques, o conceito da primeira dobra do feed, o mapa de palavras-chave para nome e bio, e um plano de ação priorizado. As duas lentes: o visitante que decide na primeira olhada e a busca que indexa nome, @ e bio.

Raio-x de anúncios

A conta do Meta lida, com o dinheiro localizado

//_ o que volta

Um raio-x da sua conta em linguagem de dono: resumo do investimento e do estado geral, leitura por campanha (o que é âncora, o que cortar, o que medir antes), o ponto crítico em uma frase, o que concentrar, e os 3 próximos passos de maior impacto. A skill nunca pausa nem mexe em nada sem a sua confirmação: por padrão, só lê e analisa.

Raio-x de SEO e GEO

Por que o site não aparece, no Google e no ChatGPT

//_ o que ter à mão
  • O endereço do seu site. A skill coleta a página, o robots.txt e o sitemap.xml sozinha.
  • Se o seu site for uma SPA (carrega por JavaScript), tenha o Claude no navegador ligado, para a skill renderizar antes de ler.
//_ o que volta

Uma nota de 0 a 100 e o estado do site, a leitura de SEO clássico (título, description, headings, canonical, sitemap, robots, performance) e, o diferencial, a leitura de GEO: se o seu site é visível para as IAs (ChatGPT e Claude), se o conteúdo está no HTML ou preso em JavaScript, se o robots.txt bloqueia os robôs de IA e se há dados estruturados. Fecha com um plano de ação priorizado.

Triangulação de campanha

Cruze Hotmart, Meta, Pixel e o evento e descubra por que vendeu ou por que não vendeu.

//_ o que ter à mão
  • Acesso à Hotmart: vendas e checkout do lançamento.
  • A conta de Meta Ads, por um conector, pelo MCP oficial da Meta ou pela API.
  • O Pixel ou o Google Analytics da página.
  • A gravação do evento no YouTube ou no Zoom.
  • O período e o produto do lançamento, para alinhar todas as fontes no mesmo recorte.
//_ o que volta
  • O resumo do lançamento: investimento total, faturamento e o estado geral, com a ressalva do que faltou.
  • A jornada em quatro camadas: topo (Meta), meio (Pixel e Google Analytics), fim (Hotmart) e evento.
  • A triangulação: onde a verba vaza e qual criativo, origem ou momento puxou venda de verdade.
  • Os próximos passos, as 3 ações de maior impacto para a próxima campanha, na ordem.
Currículo e portfólio

O currículo que passa no filtro e convence quem lê

//_ o que ter à mão
  • O currículo atual ou a sua experiência solta (cargos, o que fez, links de trabalho).
  • A vaga alvo, se tiver. Com ela, a adaptação fica muito mais precisa. A skill pergunta isso antes de começar.
//_ o que volta

Um material que passa pelas duas lentes que decidem: o filtro automático que lê palavra-chave e o recrutador que decide em segundos. Sai o resumo e o título do topo prontos, cada experiência reescrita no formato Contexto, Ação, Resultado com métricas, o mapa de palavras-chave da vaga e onde inserir, a estrutura do portfólio por case (problema, processo e resultado) e um plano com o que priorizar, os números a levantar e como adaptar o material por vaga.

Auditoria de LinkedIn

O perfil revisto pelo recrutador e pelo algoritmo

//_ o que ter à mão
  • O conteúdo do seu perfil (copie e cole) ou o LinkedIn aberto na tela com o Claude no navegador.
  • Responder 3 perguntas de calibragem (objetivo, cargo, público). É o que separa um parecer acionável de uma impressão.
//_ o que volta

Nota de 0 a 100 + a "liga" do perfil, 3 pontos fortes, pontos críticos com problema → impacto → correção pronta para colar, 3 headlines e um "Sobre" reescrito, mapa de 15 a 20 palavras-chave e um plano de ação priorizado.

03

Criação

Da ideia ao material pronto para publicar

6
Conceito de campanha

A ideia que amarra a campanha inteira

//_ o que ter à mão
  • O brief ou objetivo de comunicação (lançamento, reposicionamento, data sazonal).
  • O público da campanha.
  • A marca: como ela fala e o que ela defende.
//_ o que volta

A plataforma criativa completa: a tensão que sustenta a campanha, a ideia central em uma frase, a prova de que ela estica em vários formatos, o manifesto com o tom e o ponto de vista, os desdobramentos em três canais e a ancoragem que garante que o conceito soa como essa marca.

Imagem de campanha

Direção de arte que vira prompt pronto

//_ o que ter à mão
  • O produto ou serviço que a imagem vai vender.
  • O manual de marca (paleta, materialidade, luz e mood), se existir.
  • Um gerador de imagem conectado (Higgsfield, Magnific): roda em qualquer um, e fica melhor com um ligado direto no chat.
//_ o que volta

Uma direção de arte completa: a intenção da imagem, o DNA visual ancorado na marca, a shot list com cada plano e o prompt pronto para gerar, os setups de luz nomeados, as regras de consistência entre os planos e os formatos de saída por peça (feed, story, anúncio).

Agenda de postagem

A peça pronta vira calendário, com o texto de cada rede

//_ o que ter à mão
  • A peça que vai ser publicada: carrossel, Reel, Story ou post único.
  • A semana-alvo, ou o mês, se você quiser a distribuição inteira.
  • As redes onde você publica, e o horário que costuma funcionar para você.
//_ o que volta

A tabela de agendamento com data, hora, rede, formato e hashtags, mais o texto de cada rede pronto para colar, porque a mesma peça não se escreve igual no Instagram e no LinkedIn. A skill calcula o dia da semana real de cada data, para você não agendar uma segunda achando que é terça, e distribui sem canibalizar: uma peça por semana em cada rede.

Gerador de carrossel

Carrossel com gancho na capa e ritmo até a última tela

//_ o que ter à mão
  • O tema e o objetivo do carrossel (ensinar, provar, gerar salvamento, converter) e a rede (Instagram ou LinkedIn).
  • A voz da marca: no que ela acredita, para quem fala e o tom. Se tiver manual de marca, melhor ainda.
//_ o que volta

Um roteiro de carrossel slide a slide que segura o swipe: o ângulo (a tese), o número de slides recomendado, cada slide com o texto na tela, a ideia única, o loop que puxa o próximo e o hint visual, a capa pronta com duas variações de gancho, o slide de CTA, a legenda, de 3 a 5 hashtags e uma nota do porquê ele prende. Antes de entregar, a skill passa um filtro anti-genérico: se a capa serviria para qualquer marca, se os slides repetem o mesmo molde ou se a voz é a padrão da IA, o slide volta e é refeito.

Roteiro de Reel

O gancho resolvido nos três primeiros segundos

//_ o que ter à mão
  • O tema ou a ideia do vídeo.
  • O objetivo (ensinar, provar, gerar conversa, vender) e para quem é.
  • O formato: vídeo de rosto, de tela gravada ou de motion.
//_ o que volta

Um roteiro pronto para gravar: a ideia em uma linha, a duração alvo, os beats na ordem que prende (gancho, tensão, virada, prova, CTA) com o tempo, a fala e o texto que entra na tela em cada um, a legenda do post, de 3 a 5 hashtags específicas e duas variações de gancho para testar. O foco é retenção: um gancho que para o scroll no primeiro segundo e segura até o fim.

Motion com Remotion

Vídeo construído por código, fiel ao pixel

//_ o que ter à mão
  • A mensagem da peça e a duração em segundos.
  • O manual de marca (tipografia, cor, grafismo e ritmo).
  • O Remotion instalado, que renderiza vídeo a partir de React.
//_ o que volta

Uma peça de motion especificada de ponta a ponta: a mensagem e a duração, o storyboard cena a cena, o sistema de movimento, a marca aplicada, a spec de composição Remotion (fps, dimensões, duração em frames, sequências e componentes), o plano de áudio e legenda e os formatos de render.

04

Produto

Pesquisa, decisão e o desenho do que vai ser construído

9
Sizing de oportunidade

O tamanho da oportunidade estimado antes de o time gastar semana

//_ o que volta

Um veredito (construir, adiar ou descartar), a cadeia de descontos do universo até a adoção esperada mostrando cada corte, alcance, adoção e frequência por segmento nos cenários conservador e otimista, o ponto de equilíbrio (a adoção mínima que paga o esforço) e todas as premissas em lista, cada uma com a origem.

Monte um dashboard

Um painel que roda com dado real

//_ o que ter à mão
  • Seus dados: planilha, CSV, Google Sheets, API ou banco (Postgres/Supabase). Se ainda não existem, a skill gera um mock com a forma real do dado.
  • A decisão que o painel precisa apoiar: quem abre, com que frequência.
  • O Claude Code aberto na pasta do projeto.
//_ o que volta

O painel funcionando em código real, não um mockup: começa pela decisão que ele apoia, define a métrica-norte separada das de apoio, monta a tela em blocos com a visualização certa para cada número, e entrega tudo com estados de carregando, vazio e erro, responsivo, cada número com a fonte declarada e pronto para publicar no ar.

Pesquisa com verificação

Pesquisa com fonte citada e checagem contra invenção

//_ o que ter à mão
  • Acesso à web no seu Claude (busca e leitura de páginas). No Claude Code e no Desktop já vem; no ChatGPT, mantenha a navegação ligada.
  • O tema e o objetivo da pesquisa (conteúdo, decisão, estudo).
//_ o que volta

Um material confiável, não um resumo raso: um TL;DR, a leitura do tema por vários ângulos com as fontes, uma seção de verificação (o que foi confirmado em mais de uma fonte, o que ficou não confirmado e onde as fontes se contradizem) e uma lista de perguntas que valem aprofundar. O diferencial é a verificação anti-fake: a skill nunca trata uma fonte só como verdade.

Escolha de método

O método certo e o tamanho de amostra, antes de começar

//_ o que volta

O método recomendado com o porquê e o erro que ele evita, o tamanho de amostra por corte com a margem de erro de cada um, a diferença mínima que será legível entre grupos, o esboço do instrumento, o plano de recrutamento com o viés declarado, e o mais importante: o que aquele método não responde.

Auditoria de pesquisa

O estudo revisado antes de virar decisão

//_ o que ter à mão
  • A pergunta de negócio que originou a pesquisa
  • O instrumento: roteiro de entrevista ou questionário
  • A base de respostas (planilha, CSV ou o painel exportado)
  • O critério de recrutamento: quem foi convidado, por qual canal, com qual incentivo
  • As transcrições, se houve etapa qualitativa
  • O relatório ou deck que você vai apresentar
//_ o que volta

Um veredito em uma linha (sustenta decisão, sustenta com ressalva, ou não sustenta) e os sete checks um a um: adequação do método à pergunta, recálculo de amostra corte a corte, viés no instrumento, viés na amostra, verificação das contas, conclusão contra evidência e rastro da IA. No fim, três blocos prontos para agir: o que corrigir antes de apresentar, o que apresentar com ressalva com a frase pronta, e o que sai do relatório.

Triangulação de achados

Três relatórios reduzidos a um raciocínio

//_ o que volta

Uma leitura única que atravessa as fontes, os achados classificados por força da evidência (forte, consistente, isolado), e o bloco que mais rende: as contradições interpretadas, cada uma com a leitura mais provável. Quem diz que faria e não faz tem fricção no caminho; quem vai bem no teste e abandona no produto não tem problema de usabilidade, tem problema de motivação.

Matriz CSD

A separação entre o que o time sabe e o que supõe

//_ o que volta

A matriz em três blocos (certezas, suposições e dúvidas), cada item com a origem e, nas certezas, a fonte. O bloco mais valioso é o dos rebaixados: o que entrou como certeza e saiu como suposição por falta de fonte. Fecha com a fila ordenada do que investigar primeiro, cada item com impacto, esforço, caminho sugerido e o custo de errar.

User flow

O fluxo tela a tela antes de desenhar

//_ o que ter à mão
  • A feature ou jornada que você quer mapear: onboarding, checkout, recuperação de senha, upgrade de plano.
  • O objetivo do fluxo (a tarefa que ele entrega) e de onde a pessoa chega (link, push, dentro do app).
//_ o que volta

O fluxo tela a tela pronto para virar wireframe: o objetivo e o ponto de entrada fixados, o caminho feliz em telas numeradas, cada ponto de decisão com suas bifurcações, os estados de cada tela (vazio, carregando, sucesso, erro, sem permissão) e os edge cases que todo mundo esquece até quebrar em produção.

Design critique

O parecer que aponta o que mudar

//_ o que ter à mão
  • Um print, um frame do Figma ou a descrição da interface.
  • O objetivo da tela: a UMA coisa que a pessoa precisa fazer nela.
  • O público e as restrições, se houver.
//_ o que volta

Um parecer acionável: o trabalho da tela, o veredito em uma linha, os achados por lente (hierarquia visual, heurísticas de usabilidade e acessibilidade) com severidade e correção de cada ponto, o que já está bom, e as três correções que mais mudam resultado.

05

Automação

O trabalho que roda sem você estar na frente

5
Fornecedor e contato

O prestador certo encontrado, e a primeira mensagem escrita

//_ o que ter à mão
  • A descrição do problema que você precisa resolver.
  • A região onde o serviço acontece: bairro ou cidade.
  • O prazo e a faixa de orçamento, se você já tiver uma em mente.
  • Se ajudar, uma foto do problema: a infiltração, o equipamento, o ambiente.
//_ o que volta
  • A lista curta de 3 a 5 fornecedores, cada um com nota, volume de avaliações e o porquê da indicação.
  • A recomendação de por qual começar e por quê.
  • A mensagem de primeiro contato pronta para copiar, no seu tom, em WhatsApp ou e-mail.
  • A confirmação explícita de para quem enviar, antes de qualquer envio.
System prompt de agente

Papel claro, limites duros, resposta consistente

//_ o que ter à mão
  • O trabalho do agente: o que ele faz, para quem e onde roda (WhatsApp, site, interno).
  • O que conta como sucesso para ele em cada conversa.
  • As informações do negócio que ele precisa (produto, público, canal, horários).
//_ o que volta

O system prompt pronto para colar: papel específico, objetivo, contexto, tom e ritmo de resposta, guardrails como limites duros, a rota de escape para quando o agente não sabe, o formato de saída e exemplos de diálogo. O comportamento do agente definido do começo ao fim.

Time de agentes

O RH que monta e contrata os seus agentes de IA

//_ o que ter à mão
  • O contexto do negócio: o que a empresa faz, os produtos, o funil, o modelo de receita, o cliente e o tom da marca.
  • As funções que você precisa: tráfego, estratégia, social media, atendimento, redação, o que for.
  • O que já existe de agente, se você estiver reorganizando um time em vez de começar do zero.
//_ o que volta
  • O time montado: cada agente com o cargo e uma frase do que resolve.
  • A ficha de cada agente: papel, objetivo, o contexto que ele carrega, as skills dele e os limites do que nunca faz.
  • O organograma: quem faz o quê e como o trabalho passa de um agente para o outro.
  • O processo de atualização contínua, para o time não envelhecer quando o mercado muda.
Automação no n8n

O blueprint do seu fluxo, nó a nó

//_ o que ter à mão
  • O processo manual que você repete hoje, na ordem dos passos.
  • Os serviços que o fluxo vai tocar (WhatsApp, Google Sheets, CRM, Slack).
  • Acesso à sua conta n8n para montar o fluxo.
//_ o que volta

O blueprint do fluxo pronto para montar: o gatilho que inicia, cada nó em ordem com tipo e função, onde o fluxo decide, o tratamento de erro e as conexões a configurar. Você reproduz no n8n sem adivinhar, sem expor chave nenhuma.

Radar de vagas

As vagas que combinam com o perfil, achadas e ordenadas

//_ o que ter à mão
  • Seu perfil: o LinkedIn aberto na tela com o Claude no navegador ou o currículo colado.
  • Saber o alvo (cargo, senioridade, formato e região). A skill confirma com você antes de buscar.
//_ o que volta

Seu alvo definido (cargos, nível, formato, região), um mapa de palavras-chave de ATS, e uma lista curta ordenada por aderência (não 500 vagas): cada vaga com nota de 0 a 100, o porquê e o ângulo do currículo para ela. Se pedir, um currículo mestre na fórmula de resultado.

06

Conexões

As ferramentas que você já usa, dentro do Claude

4
Conecte seu GitHub

Guia de conexão, aberto a qualquer um

abrir o guia→
Conecte o Figma

Guia de conexão, aberto a qualquer um

abrir o guia→
Conecte o Higgsfield

Guia de conexão, aberto a qualquer um

abrir o guia→
Conecte o Magnific

Guia de conexão, aberto a qualquer um

abrir o guia→

Método bom não se assiste. Se instala.

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