É a ponte entre o seu design e o resto do trabalho. Depois de conectar, o Claude lê o seu arquivo do Figma de verdade: componentes, variáveis, layout, e até gera código a partir de um frame que você seleciona.
Tem dois. O server remoto é o recomendado para quase todo mundo: mais fácil e com o conjunto maior de recursos. O desktop/local é para casos de organização e empresa. Comece pelo remoto.
No terminal, dentro do Claude Code, instale o plugin do Figma pela loja oficial da Anthropic. Ele já traz o server MCP configurado e algumas skills prontas:
Dê Enter para instalar e reinicie o Claude Code se ele já estiver aberto.
Rode /plugin, vá até a aba Installed (seta para direita) e selecione o figma. Dê Enter para abrir a autenticação, e Enter de novo para abrir o navegador. Clique em Allow access para autorizar. O acesso respeita o seu login, então o Claude só enxerga o que você enxerga.
Rode /plugin de novo: o figma deve aparecer como conectado. Para testar de verdade, abra um arquivo, selecione um frame e peça algo do seu trabalho: "descreva os componentes e as variáveis desse frame" ou "gera o código dessa tela". Se vier dado real do seu design, está funcionando.
Só para quem precisa do desktop: no app do Figma, abra um arquivo, entre em Dev Mode e ative o server MCP na barra lateral. Depois, no Claude Code, aponte para o endereço local:
Esse é mais um da trilha Conexões, ao lado do GitHub. Os próximos (Higgsfield e Magnific para imagem e vídeo) estão chegando no acervo.
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